Antes mesmo do transporte, falhas em separação, triagem, cubagem, pesagem e expedição impactam custos, prazos e eficiência operacional.

São Paulo, 29 de junho de 2026 – O avanço da automação logística acompanha uma mudança estrutural no setor. Dados do MHI Annual Industry Report 2026, em parceria com a Deloitte, mostram que 56% das organizações esperam aumentar os investimentos em inovação no supply chain, enquanto 52% planejam investir mais de US$ 1 milhão. Ao mesmo tempo, a escassez de mão de obra pressiona a operação: levantamento da Descartes aponta que 76% dos líderes de supply chain e logística enfrentam falta relevante de profissionais. Nesse contexto, tecnologias como sorters, esteiras, balanças automáticas e cubadoras dinâmicas ganham importância por apoiar maior produtividade, acuracidade e previsibilidade operacional.
Quando se fala em custo logístico no Brasil, a discussão costuma se concentrar em transporte, frete, infraestrutura e última milha. No entanto, uma parte relevante da eficiência, ou da perda de eficiência, nasce antes mesmo de a carga sair do centro de distribuição.
Processos internos como movimentação, separação, triagem, conferência de peso, cubagem e expedição têm impacto direto sobre custo por pedido, produtividade, acuracidade, prazo de entrega e nível de serviço. Quando essas etapas operam de forma manual, desintegrada ou sem padronização, o resultado pode aparecer em retrabalho, divergências, atrasos, erros de faturamento e baixa previsibilidade.
Esse gargalo invisível tem ganhado mais relevância à medida que as empresas enfrentam maior pressão por escala, margens apertadas, crescimento de volumes e dificuldade de contratação de mão de obra operacional. Nesse contexto, a intralogística passa a ser vista como uma das principais frentes de eficiência do supply chain. Para a Pitney Bowes, empresa global de tecnologia, logística e serviços, a automação de etapas internas deixa de ser uma melhoria pontual e passa a funcionar como infraestrutura crítica para operações que precisam crescer com controle.
“Muitas vezes, o atraso percebido pelo cliente final ou o custo que aparece no transporte começou dentro da operação, em uma separação incorreta, em uma cubagem divergente, em uma conferência manual ou em um fluxo pouco eficiente. A intralogística é uma etapa decisiva para a competitividade da cadeia”, afirma Gustavo Cristófaro, Sales Regional Manager da Pitney Bowes Brasil.
Tecnologias como esteiras transportadoras, sorters, balanças automáticas e cubadoras dinâmicas ajudam a reduzir essa variabilidade. As esteiras criam fluxos contínuos e diminuem deslocamentos manuais. Os sorters ampliam a capacidade de triagem e direcionamento de volumes. As balanças automáticas aumentam a precisão na conferência de peso. Já as cubadoras dinâmicas permitem capturar dimensões com mais agilidade, apoiando faturamento, auditoria e planejamento logístico.
O impacto financeiro pode ser relevante. Ao reduzir erros, retrabalho e divergências operacionais, a automação contribui para melhorar a produtividade, aumentar a acuracidade e dar mais previsibilidade à operação. Além disso, permite que empresas absorvam picos de demanda sem depender exclusivamente de contratação temporária, horas extras ou expansão física imediata.
A tendência é que centros de distribuição deixem de ser vistos apenas como espaços de armazenagem e movimentação para se tornarem centros de inteligência operacional. Com equipamentos conectados, sensores e dados integrados, cada etapa do fluxo passa a gerar informação para tomada de decisão.
“O futuro da logística não depende apenas de transportar melhor, mas de operar melhor antes do transporte. Empresas que olharem para a intralogística como fonte de eficiência terão mais capacidade de reduzir custos, melhorar prazos e sustentar crescimento com maior controle”, conclui Gustavo.
Sobre a Pitney Bowes
A Pitney Bowes é uma empresa global de tecnologia, logística e serviços, que apoia empresas na modernização de suas operações por meio de soluções voltadas à eficiência, automação, rastreabilidade e gestão de processos. No Brasil, a companhia oferece soluções para logística, intralogística, mensageria corporativa e automação operacional, incluindo esteiras transportadoras, sorters, sistemas de cubagem e pesagem, além de tecnologias para controle e gestão de fluxos internos.
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