O artigo “Share of Model: a métrica que vai definir quais marcas existem — ou não — para a inteligência artificial” apresenta uma mudança sísmica no marketing digital para 2026. Com a previsão da Gartner de uma queda de 25% nas buscas tradicionais, o foco deixa de ser o clique (SEO) e passa a ser a presença nos “neurônios” das IAs. O Share of Model (SoM) surge como o sucessor do Share of Voice e do Share of Search. Diferente de anúncios pagos, o SoM mede o quanto LLMs como Gemini e GPT-4 conhecem e recomendam uma marca. Segundo a estrategista Thais Basem Bastos, a visibilidade agora depende de autoridade, contexto e veracidade, e não apenas de verba publicitária. A construção dessa métrica baseia-se em três pilares: Autoridade de Conteúdo: Presença em fontes de alta credibilidade. Sentimento dos Dados: Como a marca é descrita (atributos positivos vs. negativos). Datasets de Treinamento: A frequência da marca nos dados que alimentam a IA. A medição, feita via GEO (Generative Engine Optimization), utiliza auditorias de zero-shot prompts e análise de citabilidade. O resumo é claro: na era do AIO (AI Optimization), marcas sem “substância” digital tornam-se invisíveis para o novo assistente de compras do consumidor. Se a IA não te cita, você não faz parte da jornada de decisão.
