Skip to content
Tags
Brasil Rio de Janeiro - Capital Rio de Janeiro Loterias Economia Vida Astrologia Signos
Falando de Negocio

Falando de Negocio

Últimas

Impressão de segurança previne falsificações no mercado de beleza

Pé-de-Meia faz pagamento nesta sexta para beneficiários de setembro e outubro; confira o cronograma

Ministro da Saúde revela em Niterói que Super Centro de Piratininga servirá como padrão para futuras policlínicas no Brasil

Tempestades causam tragédia no RS e previsão indica chuvas intensas de até 250 mm até segunda-feira

Últimos dias do Novo Desenrola: descontos de até 90% nas dívidas disponíveis até segunda-feira.

Sarampo reemerge como preocupação no Brasil; imunização se encerra na próxima terça-feira

Domingo traz urgência nas escolhas, mas cuidado com decisões apressadas

Após o eclipse lunar: orientações para cada signo seguir agora

Prêmio da Mega-Sena atinge R$ 40 milhões após novo acúmulo; sorteio será na terça-feira, 1º de setembro

Lotofácil: jackpot é conquistado, mas valor fica aquém do esperado; confira os números do sorteio 3775

 
  • Home
  • 2025
  • outubro
  • 21
  • O que os Pais Fundadores dos Estados Unidos diriam hoje ao Supremo Tribunal Federal do Brasil
  • Brasil

O que os Pais Fundadores dos Estados Unidos diriam hoje ao Supremo Tribunal Federal do Brasil

On 11 meses Ago
Falando de Negócio

“A liberdade não tem nada a temer dos tribunais, desde que estes se mantenham dentro de seus limites.” — Alexander Hamilton, Federalist Paper nº 78 (1788).

Em meio à crescente tensão entre os poderes da República, é inevitável imaginar o que diriam os pais fundadores dos Estados Unidos se observassem o Brasil de hoje. Foram eles os arquitetos de uma das democracias mais duradouras do mundo, moldando uma Constituição que, desde 1787, serve de referência para o equilíbrio institucional e a limitação do poder. Homens como George Washington, Thomas Jefferson, James Madison, John Adams e Alexander Hamilton ergueram uma república sustentada por um ideal simples, mas essencial: o poder precisa de limites. E talvez justamente por isso, ao olharem para o Supremo Tribunal Federal brasileiro, ficassem alarmados com o avanço de um protagonismo que já extrapolou o campo jurídico e passou a ocupar o espaço da própria política.

Os pais fundadores foram os grandes arquitetos da independência dos Estados Unidos e os principais redatores da Constituição americana de 1787, documento que se tornou referência mundial de democracia e governo limitado. Inspirados por valores judaico-cristãos e ideias iluministas, como a separação dos poderes, a proteção das liberdades individuais e o respeito ao pluralismo político, eles criaram instituições sólidas que vem perdurando há mais de dois séculos. Ao desenharem o sistema de freios e contrapesos, lançaram as bases de uma República resistente a abusos e aberta à participação popular, cuja estabilidade ainda serve de modelo para nações de todo o mundo.

Entre essas instituições, a Suprema Corte nos Estados Unidos ocupou desde o início um papel singular. Criada não como um poder superior, mas como guardiã dos limites constitucionais, ela foi pensada para assegurar que nenhuma autoridade — nem o presidente, nem o Congresso, nem ela mesma — pudesse violar os direitos fundamentais do cidadão. O propósito dos pais fundadores era que os juízes exercessem uma função de contenção, interpretando a Constituição como um pacto não maleável ao sabor das vontades políticas. Por isso, a Suprema Corte americana se consolidou como uma das mais respeitadas do mundo: porque manteve, ao longo do tempo, o compromisso de ser árbitra imparcial e não protagonista do jogo político. Sua autoridade deriva da confiança pública na moderação, não de qualquer ativismo.

Se pudessem dirigir-se hoje aos ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro, a principal mmensagem dos pais fundadores provavelmente seria um apelo enfático à autocontenção judicial. Esses arquitetos do constitucionalismo, defensores históricos do equilíbrio entre poderes, veriam com preocupação o modo como o STF, em sucessivas decisões, deixou de ser um tribunal de controle constitucional para se transformar gradualmente em um órgão legislativo e, não raro, em instrumento de governo. O tribunal que deveria proteger a Constituição passou a moldá-la conforme conveniências momentâneas, substituindo o debate democrático pela autoridade de suas próprias interpretações.

O alerta não viria à toa. Para os pais fundadores, a separação de poderes deve ser respeitada como um antídoto essencial ao abuso e à corrupção dos governos. Observando o Brasil, notariam que o STF, cada vez mais chamado — e também disposto — a arbitrar embates políticos e sociais, corre o risco de converter decisões que deveriam ser tomadas pelo Legislativo em prerrogativas do Judiciário, esvaziando o pluralismo democrático e minando a legitimidade das instituições eleitas.

Os pais fundadores aconselhariam, com ênfase, que a nobre missão do STF é proteger a Constituição, jamais substituí-la pela vontade de magistrados, por mais bem-intencionados que sejam. Lembrariam, a partir da experiência norte-americana, que uma democracia sólida exige que o Judiciário desempenhe seu papel com “humildade iinstituciona”, bem assim com consciência dos próprios limites, evitando interferir em escolhas políticas legítimas e próprias da representação popular.

Diriam que a República floresce quando cada poder conhece e aceita sua função: juízes que resistem ao protagonismo fortalecem o sistema de freios e contrapesos e criam condições para que os demais poderes amadureçam e assumam responsabilidades perante o povo. Ressaltariam que as sociedades abertas só resistem ao tempo quando suas cortes supremas praticam a virtude da moderação, não cedendo à tentação de assumir tarefas que o tecido democrático reserva a outros atores institucionais.

O conselho dos pais fundadores, nesse contexto, não seria de fraqueza judicial, mas sim de força moral em dizer “não” à hipertrofia do próprio poder. Alertariam que uma suprema corte autocentrada pode destruir a República que deveria defender, criando fissuras institucionais profundas e afastando o cidadão da crença na imparcialidade da justiça e na legitimidade das decisões políticas.

No espírito republicano que moldou a democracia americana, fica um chamado urgente ao STF e aos demais poderes: exercitem a autocontenção, respeitem os limites institucionais e priorizem a democracia representativa. Proteger a Constituição é também aceitar a pluralidade e a alternância do poder, sem jamais sucumbir à tentação do protagonismo. Esse é o legado dos pais fundadores e a lição histórica fundamental para que a República sobreviva e prospere no Brasil.

*Zizi Martins é ativista pela liberdade. Vice-presidente da ANED, membro fundadora e diretora da Lexum, Presidente do Instituto Solidez e membro do IBDR. Procuradora do Estado da Bahia, Advogada com mestrado em direito público e especialização em Direito Religioso, Doutora em Educação, Pós-Doutora em Política, Comportamento e Mídia. Articulista e comentarista política.

 

In BrasilIn Zizi Martins

Navegação de Post

Sobretaxa dos EUA ameaça liderança do Brasil no maior mercado de café do mundo, alerta Cecafé
7 erros que líderes cometem em viagens de negócios e que limitam seu networking internacional

Siga-nos

  • Instagram

Posts recentes

  • Impressão de segurança previne falsificações no mercado de beleza
  • Pé-de-Meia faz pagamento nesta sexta para beneficiários de setembro e outubro; confira o cronograma
  • Ministro da Saúde revela em Niterói que Super Centro de Piratininga servirá como padrão para futuras policlínicas no Brasil
  • Tempestades causam tragédia no RS e previsão indica chuvas intensas de até 250 mm até segunda-feira
  • Últimos dias do Novo Desenrola: descontos de até 90% nas dívidas disponíveis até segunda-feira.

Você pode gostar

  • Brasil
Falando de Negócio
On 5 meses Ago

Nubank anuncia o encerramento de vantagem acessível no cartão Ultravioleta

  • Brasil
Falando de Negócio
On 7 meses Ago

A Quina acumula mais uma vez e prêmio principal atinge valor milionário; confira os números sorteados e o resultado.

  • Brasil
Falando de Negócio
On 4 meses Ago

SAIDINHA DE PRESOS É UMA PUNIÇAO AO TRABALHADOR HONESTO

  • Brasil
Falando de Negócio
On 4 meses Ago

Prêmio da Mega-Sena 3000 atinge R$ 115 milhões após acumulação: confira os números e resultados deste sábado, 25 de abril.

  • Brasil
Falando de Negócio
On 9 meses Ago

Novo milionário na Loteria Federal: confira o resultado do concurso 6020 realizado neste sábado, 22/11

  • Brasil
Falando de Negócio
On 3 meses Ago

Primeiro lote de restituições da Receita Federal será liberado nesta sexta-feira, 29

Envie uma pauta

Tem sugestões de conteúdo?

Enviei um e-amil em nosso contato.

Email: [email protected]

amor AquaRio aries Artes e Cultura Astrologia Brasil clima Corpo de Bombeiros cultura câncer destaques Economia Educação eleições 2026 Empreendedorismo entretenimento gemeos horóscopo Inovação Leste Fluminense Leão Libra Loteria Federal Loterias Niterói Polícia Civil Polícia Militar prefeitura do Rio previsão do tempo Recife Rio de Janeiro Rio de Janeiro - Capital saude saúde pública segurança pública serviços Signos São Paulo touro Trânsito Vida Virgem zodíaco Zona Norte Zona Oeste